quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Aline Deyques / 2012


Leitura dramatizada de “Senhora dos Afogados”

Depois da experiência “Clowns Bailarinos” surge como proposta a peça “Senhora dos Afogados”, o que particularmente achei muito bom, pois gosto de Nelson Rodrigues, e já havia tido uma experiência com o texto de Nelson em uma outra companhia de teatro que fiz parte, mas nunca consegui apresentar devido a desorganização da companhia.
Gostei desde o início das propostas sugeridas e também achei muito legal estar sendo dirigida pelo Lucas, tendo a supervisão da Célia. O Lucas sempre foi um companheiro de grupo e muito amigo de todos nós.
Talvez a questão de termos a imagem dele como amigo tenha atrapalhado um pouco no andamento, devido às conversasse piadas, mas, no entanto, mesmo com todos os contratempos, conseguimos terminar o trabalho.
Bom voltando à questão da peça, foi muito bom ter feito a personagem Dona Eduarda, gostei muito, além de outros momentos muito interessantes da montagem como, por exemplo: às criações de cena, de voz na leitura e a introdução dos instrumentos.
Era muito divertido fazer isso e também assim como em “Clowns Bailarinos”, acredito que devido a esses momentos nós crescemos como grupo e como atores e atrizes, claro que ainda a minha percepção musical é horrível, mas devido a isso, aprendi a prestar mais atenção em instrumentos e seus sons e a controlar um ritmo para poder dar a fala.
            Fazer “Senhora dos Afogados”, como tudo que tenho feito na Nosconosco, me trouxe mais uma vez uma maturidade como atriz e uma experiência nova que vai ficar sempre marcada, desde os problemas tidos como a conquista de apresentar a peça, foi muito bom e de todos os trabalhos foi o que mais me senti a vontade fazendo, talvez por já ter tido a experiência anterior na outra companhia da qual fazia parte.

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