Leitura
dramatizada de “Senhora dos Afogados”
Depois
da experiência “Clowns Bailarinos” surge como proposta a peça “Senhora dos
Afogados”, o que particularmente achei muito bom, pois gosto de Nelson
Rodrigues, e já havia tido uma experiência com o texto de Nelson em uma outra
companhia de teatro que fiz parte, mas nunca consegui apresentar devido a
desorganização da companhia.
Gostei desde o início das
propostas sugeridas e também achei muito legal estar sendo dirigida pelo Lucas,
tendo a supervisão da Célia. O Lucas sempre foi um companheiro de grupo e muito
amigo de todos nós.
Talvez
a questão de termos a imagem dele como amigo tenha atrapalhado um pouco no
andamento, devido às conversasse piadas, mas, no entanto, mesmo com todos os
contratempos, conseguimos terminar o trabalho.
Bom
voltando à questão da peça, foi muito bom ter feito a personagem Dona Eduarda,
gostei muito, além de outros momentos muito interessantes da montagem como, por
exemplo: às criações de cena, de voz na leitura e a introdução dos
instrumentos.
Era muito divertido fazer
isso e também assim como em “Clowns Bailarinos”, acredito que devido a esses
momentos nós crescemos como grupo e como atores e atrizes, claro que ainda a
minha percepção musical é horrível, mas devido a isso, aprendi a prestar mais
atenção em instrumentos e seus sons e a controlar um ritmo para poder dar a fala.
Fazer “Senhora dos Afogados”, como tudo que tenho feito
na Nosconosco, me trouxe mais uma vez uma maturidade como atriz e uma
experiência nova que vai ficar sempre marcada, desde os problemas tidos como a
conquista de apresentar a peça, foi muito bom e de todos os trabalhos foi o que
mais me senti a vontade fazendo, talvez por já ter tido a experiência anterior
na outra companhia da qual fazia parte.
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